sexta-feira, 2 de maio de 2008

Número 3 – Subjetivo - Allyson Alves.

Eu passaria o resto das noites em claro
Se pudesse assistir, para sempre, o seu sono.
E ao lado de sua cama ficaria sentado
Guardando-a dos pesadelos que oferecessem incômodo.

Os meus olhos abertos e os lábios sempre cerrados
Te afastam de mim para uma vida distante,
Sou um covarde e você sabe
Não sou belo, nem rico, nem mais estranho.

Você perturba a minha paz
Me adoece do jeito que quero
Adoçou-me há tempos atrás
Agora reaparece e confunde todo o resto.

Por que sempre olha para o lado errado?
Sempre caminha contra o vento?
Você almeja o mesmo que eu.
Não sei como calcula o seu tempo.

Não culpo a ti porque bem sei
Que a solução eu sempre perco
A hora certa ou o lugar,
Perco você, logo, me perco...

5 comentários:

Anônimo disse...

=DD

tô boba!
hehehehehehe

bjos
;)

Anônimo disse...

caracaaa... que coisa lindaaa!!!!!

esse mininoo eh um poetaa!!!!

rsrs...

bjããooo mininoo..
adorei o seu blog....

fique com Deuss....

fui...

Anônimo disse...

esse menino que e um poeta, e meu filho!E como diz o ditado filho de peixe não pode nascer jacaré
hahahahahahahahahah
Se pensou ke ia ganhar elogios se enganou. Não me incluo entre as pessoas que inflam teu ego.Se e louco insano e desatento... procure um psiquiatra.Teu caso e de internação! Beijos mamamamamamamamamaamamamamamamamã

Unknown disse...

fodaaaa
mt bom...gostei mt!!!!!!!!!!!!!!!!
achei lindo..

bjaaaooo

Lidia

Marcus Desidério disse...

=D
Muito legal cara....
Pô, voltei com o blog também...
www.paginasurbanas.blogspot.com
dá uma passada lá...